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Monitoramento/Zoneamento

Monitoramento de características químicas e microbiológicas das biopilhas

O monitoramento está sendo realizado em área da Petrobrás, no município de Madre de Deus, BA. O trabalho consiste na recuperação de área degradada por resíduos de óleo. Os processos incluem dessorção térmica e decomposição em biopilhas. Nestas, está sendo feito o monitoramento químico e microbiológico visando a adição de nutrientes que maximize a ação dos microrganismos e avaliando a taxa de degradação do poluente. Com o monitoramento realizado, em amostras compostas encaminhadas a cada 45 dias e com base nas análises realizadas, tem sido feito o cálculo das quantidades de N e P a serem adicionadas via solúvel. A análise microbiológica é correlacionada com as análises do poluente remanescente. Com estas práticas, um grande volume de solo contaminado está sendo tratado e devolvido ao ambiente para aterro ou rehabilitação. Cada biopilha constitui um volume aproximado de 90 mil toneladas de solo contaminado. Em 2004 foram realizadas duas baterias e emitidos 04 laudos pelo laboratório de Microbiologia da Embrapa, devendo o trabalho continuar em 2005.
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Monitoramento de pragas dos citros em Cruz das Almas

Visando estabelecer níveis de controle ecologicamente compatíveis com as exigências do mercado consumidor de citros está sendo realizado o monitoramento de pragas e inimigos naturais relacionados com a cultura. Com estes níveis determinados será possível o controle da qualidade da produção de citros para o mercado de frutas frescas e também para o processamento da indústria de sucos. São utilizadas três tipos de inspeção no presente monitoramento: a inspeção sistemática, feita para as pragas chaves e inimigos naturais a qual foi conduzida o ano todo; a inspeção ocasional, realizada para as pragas secundárias, feita ao mesmo tempo que o monitorador está fazendo a inspeção sistemática, mas em épocas determinadas e a inspeção monitorada na qual utilizou-se armadilhas de atração de adultos das pragas, como armadilhas para mosca das frutas ou cigarrinhas da CVC. A parcela foi georeferenciada e o seu tamanho foi estabelecido em talhões de 2000 plantas das qu ais, 20 plantas são inspecionadas como uma amostragem satisfatória, estabelecida em pesquisas anteriores. Nas avaliações são observados a expressão de sintomas e sinais das pragas e doenças, a época de prevalência, correlacionando com o estado fenológico da planta, anotando-se, presença ou ausência em ficha própria. Este dados são comparados com dados climáticos de Estações de Aviso, localizadas nas propriedades, no talhão monitorado e que fornece dados de precipitação, dias de chuva, evapotranspiração, umidade relativa, radiação, horas de luz, duração média do vento, velocidade média do vento e umidade no interior da copa da planta. Os resultados do monitoramento correlacionados com os dados de incidência das pragas, serão utilizados posteriormente para a instalação de um sistema de aviso de controle. Estão sendo monitorados as seguintes pragas e inimigos naturais: ácaro da ferrugem, ácaro da leprose (lesões), podridão floral, larva minadora, clorose variegada, declínio, cochonilha escama farinha, cochonilha ortézia, cigarrinhas transmissoras, broca da laranjeira, bicho lixeiro, joaninhas, caracol rajado, ácaros predadores Ageniaspis e fungo Aschersonia e outros inimigos naturais.
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Monitoramento de pragas dos citros em Inhambupe

Visando estabelecer níveis de controle ecologicamente compatíveis com as exigências do mercado consumidor de citros está sendo realizado o monitoramento de pragas e inimigos naturais relacionados com a cultura. Com estes níveis determinados será possível o controle da qualidade da produção de citros para o mercado de frutas frescas e também para o processamento da indústria de sucos. São utilizadas três tipos de inspeção no presente monitoramento: a inspeção sistemática, feita para as pragas chaves e inimigos naturais a qual foi conduzida o ano todo; a inspeção ocasional, realizada para as pragas secundárias, feita ao mesmo tempo que o monitorador está fazendo a inspeção sistemática, mas em épocas determinadas e a inspeção monitorada na qual utilizou-se armadilhas de atração de adultos das pragas, como armadilhas para mosca das frutas ou cigarrinhas da CVC. A parcela foi georeferenciada e o seu tamanho foi estabelecido em talhões de 2000 plantas das quais, 20 plantas são inspecionadas como uma amostragem satisfatória, estabelecida em pesquisas anteriores. Nas avaliações são observados a expressão de sintomas e sinais das pragas e doenças, a época de prevalência, correlacionando com o estado fenológico da planta, anotando-se, presença ou ausência em ficha própria. Este dados são comparados com dados climáticos de Estações de Aviso, localizadas nas propriedades, no talhão monitorado e que fornece dados de precipitação, dias de chuva, evapotranspiração, umidade relativa, radiação, horas de luz, duração média do vento, velocidade média do vento e umidade no interior da copa da planta. Os resultados do monitoramento correlacionados com os dados de incidência das pragas, serão utilizados posteriormente para a instalação de um sistema de aviso de controle. Estão sendo monitorados as seguintes pragas e inimigos naturais: ácaro da ferrugem, ácaro da leprose (lesões), podridão floral, larva minadora, clorose variegada, declínio, cochonilha escama farinha, cochonilha orté zia, cigarrinhas transmissoras, broca da laranjeira, bicho lixeiro, joaninhas, caracol rajado, ácaros predadores Ageniaspis e fungo Aschersonia e outros inimigos naturais..
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Monitoramento de pragas dos citros em Rio Real

Visando estabelecer níveis de controle ecologicamente compatíveis com as exigências do mercado consumidor de citros está sendo realizado o monitoramento de pragas e inimigos naturais relacionados com a cultura. Com estes níveis determinados será possível o controle da qualidade da produção de citros para o mercado de frutas frescas e também para o processamento da indústria de sucos. São utilizadas três tipos de inspeção no presente monitoramento: a inspeção sistemática, feita para as pragas chaves e inimigos naturais a qual foi conduzida o ano todo; a inspeção ocasional, realizada para as pragas secundárias, feita ao mesmo tempo que o monitorador está fazendo a inspeção sistemática, mas em épocas determinadas e a inspeção monitorada na qual utilizou-se armadilhas de atração de adultos das pragas, como armadilhas para mosca das frutas ou cigarrinhas da CVC. A parcela foi georeferenciada e o seu tamanho foi estabelecido em talhões de 2000 plantas das quais, 20 plantas são inspecionadas como uma amostragem satisfatória, estabelecida em pesquisas anteriores. Nas avaliações são observados a expressão de sintomas e sinais das pragas e doenças, a época de prevalência, correlacionando com o estado fenológico da planta, anotando-se, presença ou ausência em ficha própria. Este dados são comparados com dados climáticos de Estações de Aviso, localizadas nas propriedades, no talhão monitorado e que fornece dados de precipitação, dias de chuva, evapotranspiração, umidade relativa, radiação, horas de luz, duração média do vento, velocidade média do vento e umidade no interior da copa da planta. Os resultados do monitoramento correlacionados com os dados de incidência das pragas, serão utilizados posteriormente para a instalação de um sistema de aviso de controle. Estão sendo monitorados as seguintes pragas e inimigos naturais: ácaro da ferrugem, ácaro da leprose (lesões), podridão floral, larva minadora, clorose variegada, declínio, cochonilha escama farinha, cochonilha ortézia, cigarrinhas transmissoras, broca da laranjeira, bicho lixeiro, joaninhas, caracol rajado, ácaros predadores Ageniaspis e fungo Aschersonia e outros inimigos naturais.
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Aplicação do sistema de pré-aviso biológico para o controle químico da Sigatoka-amarela da bananeira no Projeto Formoso

O monitoramento da Sigatoka-amarela, conduzido no perímetro irrigado do projeto Formoso, em Bom Jesus da Lapa, Bahia, utilizando o sistema de pre-aviso biológico, em substituição ao sistema tradicional de calendário fixo, adotado pela maioria dos produtores, permitiu acompanhar o desenvolvimento da doença, mediante a coleta semanal de dados. Isto possibilitou que o controle químico da Sigatoka-amarela fosse realizado no momento correto, tomando como base os valores de soma bruta e a curva de progresso da doença, obtidos com a coleta semanal de informações. Com a utilização do sistema de pré-aviso foram realizada duas aplicações de fungicidas, sendo a primeira na segunda quinzena de janeiro e a segunda na segunda quinzena de março. Utilizando o sistema de calendário fixo, normalmente a primeira aplicação é realizada em novembro, geralmente em condições adversas tanto para o patógeno quan to para se fazer pulverização aérea. São realizadas até quatro aplicações anuais. Esses dados atestam a eficiência do sistema utilizado, que permitiu a redução de 50% no número de aplicações de fungicida, o que significa, impacto ambiental e econômico altamente favoráveis.
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Monitoramento de parasitóides nativos e de tefritídeos antes da liberação de Diachasmimorpha longicaudata (Hymenoptera: Braconidae) no Submédio São Francisco

O monitoramento populacional prévio de espécies de parasitóides nativos e moscas-das-frutas associadas a diferentes fruteiras na região do Submédio São Francisco, foi realizado antes da liberação do parasitóide exótico D. longicaudata, com o objetivo de se conhecer as espécies de parasitóides nativos presentes na região, como forma para se avaliar, posteriormente, o impacto da introdução desse parasitóide exótico sobre o complexo de nativos. O monitoramento de larvas (t=0) foi realizado em carambola, siriguela, sapoti, castanhola, jabuticaba, kunquat, manga, pitanga, umbu, uva, acerola e goiaba. Foi determinada a freqüência de Ceratitis capitata (Wied.) em frutos de acerola, carambola, castanhola, goiaba, jaboticaba, kumquat, maniçoba, pitanga, siriguela e uva. Observou-se ocorrência simultânea de C. capitata e Anastrepha spp. em sapoti e goiaba. E sses dados indicam um aumento da freqüência da espécie C. capitata em diferentes fruteiras de importância econômica. Foram coletados 1.966 frutos de goiaba, com infestação de 3,1 pupas/fruto. Nessa fruteira, foram obtidos um total de 5.107 moscas-das-frutas, 60,9 % era Anastrepha fraterculus (Wied.) e 39,1 % C. capitata. Esses resultados indicam um aumento da freqüência de C. capitata em diferentes fruteiras de importância econômica na região. O índice de parasitismo natural foi de 0,84%, unicamente do parasitóide nativo Doryctobracon areolatus (Szépligeti). A ausência de diversidade de parasitóides nativos pode ser explicada pelas condições adversas do clima da região Semi-árido e, principalmente, pelo uso intensivo de agrotóxicos. Os resultados obtidos indicam um avanço da ocorrência de C. capitata e o grande potencial de invasão dessa espécie na região. O aumento da área plantada com fruteiras e a capacidade de adaptação a frutos até então tidos como não hospedeiros, como acerola e uva, além do aumento da incidência de C. capitata em goiaba e sapoti, nos últimos anos, pode ter contribuído para o aumento da sua densidade. O plantio de fruteiras hospedeiras e a proximidade dos pomares vêm contribuindo para o aumento populacional da mosca-do-mediterrâneo, o que poderá no futuro comprometer as exportações de frutas in natura caso um programa eficiente de supressão populacional não seja colocado em prática. Os resultados obtidos indicam o aumento da ocorrência de C. capitata e constata-se ausência de diversidade de parasitóides nativos nas unidades de produção de frutos da região do Submédio São Francisco, fato que pode ser explicado pelas condições adversas do clima semi-árido e, principalmente, pelo uso intensivo de agrotóxicos na região.