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Câmaras Setoriais e Temáticas


O recente desempenho surpreendente do agronegócio brasileiro é resultado da disponibilidade de terras agricultáveis, mecanizáveis e de baixo custo, de gente empreendedora (pequenos, médios e grande produtores rurais) e da disponibilidade da tecnologia tropical. Além da tecnologia biológica que multiplica o potencial da terra e da tecnologia mecânica que potencializa a capacidade de mão-de-obra, a tecnologia organizacional disponibiliza informações de mercado para a tomada de decisões dos agricultores e incentiva uma interação harmoniosa entre os diferentes elos das cadeias produtivas.

A harmonização dos interesses entre os agentes de uma determinada cadeia produtiva engloba o estabelecimento de prioridades de ação, questões relativas a suprimento de produtores ou insumos em quantidade e qualidade estabelecidos e acordo de preços que remunerem os agentes, incentivando-os a permanecerem na atividade. Não se configuram somente interesses privados de lucro das empresas, mas também interesse público de garantia de suprimento dos bens e serviços e crescimento sustentado da cadeia, no médio-longo prazos, com aumento da renda e do emprego e seus efeitos colaterais no resto da economia.

Para alcançar tais resultados, o setor público conta com a forte atuação das cadeias produtivas do agronegócio, organizadas em Câmaras Setoriais e Temáticas. Essa parceria resulta no apoio à formulação de políticas públicas setoriais e no debate de temas, orientados para o aumento da eficiência econômica nos processos produtivos.

A interlocução com a sociedade, uma das prioridades estratégicas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, procura estabelecer diálogo e organizar suas demandas, dando maior visibilidade e efetividade às políticas públicas valorizando o agronegócio e seus componentes perante a sociedade. Esse diálogo se dá por meio da atuação de 30 Câmaras Setoriais e Temáticas, atualmente instaladas, reunidas sob a coordenação do Conselho do Agronegócio e do Conselho Nacional de Política Agrícola, e apoiadas por uma unidade da estrutura organizacional específica do MAPA.

A formulação de políticas, a sua negociação e implementação, exigem do MAPA uma gestão efetiva. A recente reforma administrativa foi o primeiro passo na modernização e aparelhamento, embora todas as atividades sejam importantes, algumas merecem prioridade por sua importância e por apresentarem necessidade constante do aprimoramento. É neste contesto que o Ministério ganha papel de destaque ao deter informações e estudos estratégicos sobre o agronegócio. Numa visão de longo prazo, o MAPA se transforma no grande instrumento de apoio ao setor produtivo.

Ao construir o documento com as Contribuições das Câmaras Setoriais e Temáticas à Formulação de Políticas Públicas e Privadas para o Agronegócio, o MAPA se projeta para o futuro quanto às principais tendências de setores e temas do agronegócio com o objetivo de fornecer subsídios aos formuladores de políticas públicas, para a tomada de decisão e para o delineamento de linhas de atuação, embasando e fortalecendo os instrumentos de política agrícola, visando o desenvolvimento sustentável do agronegócio brasileiro.

Luis Carlos Guedes Pinto
Ex-Ministro de Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Citricultura

Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Fruticultura

Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Mandioca e Derivados